sábado, 1 de outubro de 2011

Em algum beco escuro da internet...

Li esse comentário em um post do blog Papo de Homem e me identifiquei pra caramba.

Essa eu vou postar como anônimo.

Depois de um episódio chave na minha vida, um episódio muito infeliz. Parece que ando passando pela vida. Em terceira pessoa. Como não fosse eu quem estivesse lá (aqui).
Tem tanta coisa com que me preocupar, trabalho, faculdade que não conseguia esquecer o episódio infeliz(sentimental + bebedeira).
Pensei trocentas vezes em procurar ajuda mas aos poucos(2,3 anos) a situação foi sendo esquecida. Para piorar, antigamente me sentia um vereador de tanta gente que conhecia depois da minha ex meu circulo praticamente reduziu na mesma intensidade. E comecei a ver que mesmo alguns dos amigos mais próximos só encontrava(encontro) em mesa de bares. Os amigos mesmo, são no máximo 10 e olhe lá. Mesmo namorando parece que não sou eu no comando, parece que estou jogando um FPS onde o boneco sou eu, de vez em quando parece que estou voltando a mim mesmo, mas são apenas lampejos, e continuo levando...Essa parte de sentir sozinho mesmo acompanhado é exatamente como me sinto, medo constante de certas coisas que afetariam brutalmente o rumo que já não tenho então, nem se fala...

Então, fico alternando em momentos lúcidos com estar apenas passando por aqui. Mesmo que esse aqui seja eu.

Hoje Anônimo
09/02/2011

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Vazio

Gosto da noite porque nela posso escutar o vazio.
É um dos sons mais profundos que conheço. Sinto ele entrando em meu coração e me lembrando quem sou e por onde andei.
Só o vazio consegue me enxergar desse jeito, só o vazio consegue me entender de forma completa.

O dia é cheio de bobagens. Pessoas, vozes, mentiras, verdades, inutilidades. Eu não ligo. Meu coração sempre anseia que tudo isso acabe e eu possa voltar a ficar só; apenas com o vazio da noite. Sem deveres, sem direitos, sem argumentos. Apenas o vazio.

sábado, 23 de abril de 2011

OS RELATOS DE BORBAN


Carta de Borban, o Bardo, escrita durante o refúgio na Wind de Grimmer, após o abandono de Britannia:


Pretendo tornar este documento público já que a familia Shutti, que além do Vigia eram os únicos que haviam percebido à tempos os eventos, não estão mais entre nós. Desde que a Senhora Shutti percebeu que o tempo havia parado as coisas não foram fáceis. Foram desacreditados e chamados de loucos... E finalmente quando o caos já havia se instalado em Britannia as pessoas tentaram ir à sua casa mas só encontraram destruição, sangue e o diário da Senhora Shutti. A casa foi atacada pelas forças negras. Sim sim! Este Bardo teve o desprazer de ver o estado em que se encontrou a casa depois disso. Pobre familia Shutti! Deus sabe agora onde estão ou o que fizeram com eles.
O diário está em poder de British e talvez seja posto como uma reliquia. Mas oras... gostaria mesmo de poder vê-lo antes e incluir alguns trechos neste ofício. Dizem que a pobre Senhora Shutti enlouqueceu estudando o tempo após o mesmo ter parado... Enfim, onde estávamos mesmo?
Ah sim! resolvi tornar este documento público para que muitos daqueles que estão ainda um pouco confusos possam entender melhor tudo que se passou. Algumas coisas são fatos, outras são informações de terceiros, algumas confiáveis, outras não. Finalmente algumas coisas, principalmente as tocantes à Grimmer, são meras especulações...
É engraçado estar em Wind e pensar que estou em Grimmer. As pessoas estão amontoadas aqui mas Elzimer voltou para cuidar de todos.

Dizem que Erick ainda não está muito bem. O ferimento do Balrog foi um bocado sério e todos estamos torcendo para sua melhoria... ou talvez alguns de nós! Vi agora à pouco alguns Thanoítas conversando e desejando mal à ele. Pobre homem! Salvou alguns destes ingratos.
Mas ora bolas, não colocaremos a carruagem na frente dos cavalos! Vamos começar do começo... Isso. Assim fica mais fácil a compreensão.
Dizem que há uma tríplice de mundos chamada Tryldur. Nesta tríplice temos o mundo de Britannia, conhecida como Sosaria por alguns, Grimmer e Tragena.
O mundo de Britannia parece ter sido o primeiro criado entre eles e onde os Deuses cometeram alguns erros. Seu primeiro mundo afinal. Ah, me perdoem! Pelo que eles falaram quando nos tiraram de Britannia eles não são Deuses mas sim um conselho criado pelos Deuses para que eles contruíssem os mundos.
Depois foi criado Grimmer onde não cometeram mais os mesmos erros e por ultimo e ainda em construção está Tragena.
Nós não sabíamos de tudo isso e nem você! Por isso pode parecer confuso... mas o povo de Grimmer sabia da existência de outros mundos pelo que foi dito e Erick disse que Lord British era esperado no outro mundo, havendo lendas sobre tudo isso, inclusive sobre a chegada de uma pequena população de Britannia em Grimmer. Creio que nós éramos não só os primeiros, mas também os mais atrasados em cultura e ciências.
Pra ser sincero tenho minhas dúvidas se em Tragena sabem dos demais mundos. Pelo que entendi Carlos Magnus é um grande herói em Tragena sendo um dos grandes responsáveis pelos aliados das Raças terem vencido a primeira grande Guerra de Tragena. Ah sim! Me vieram informes sobre uma Escola de Magos em Britannia que ficava suspensa no mar. Alguns inclusive já haviam visto a mesma. Eu ainda lembro do Conselho Branco. Dizem que todos eles, exceto Marry, teriam ido também pra Tragena ajudar nas Guerras.
Isso começa à parecer um pouco confuso pra mim também... mas no final isso tudo é realmente bastante confuso. Talvez um choque para nossas pequenas cabeças. É como se alguém chegasse e disesse que o mundo é redondo e não como se fosse a superfície de uma mesa. Ele é a superfície de uma mesa para nós! Tanto que nunca passamos da turbulência... dizem que pouco depois dela termina o mundo. Terra redonda... de onde tirei isso? Um exemplo besta! Mas... onde eu estava mesmo?
Ah sim! então estávamos todos nós em Britannia, felizes acreditando que os que chamamos de GMs eram os Deuses supremos. Só os Elfos ancestrais acreditavam vêementemente na existência de uma tal de Galana. Oh sim! Chegando em Grimmer quero saber mais à respeito destes tais Deuses. Parece que os velhos Orelhas pontudas estavam mais próximos da verdade que nós!
Bom. Estou aqui prestando atenção em um rapaz que está tonto porque está vendo muitas cores. Um tal de Olaf. Parece que se acostumou à estar sem corpo e à ver tudo em Preto e Branco de forma que as cores lhe causam vertigem. Há realmente cada coisa esquisita nesta Britannia que acredito que os Deuses... Ops... GMs... cometeram realmente muitos erros. Mas estou ficando despersivo e não indo direto ao ponto! Elzimer acabou de dizer pra ele que o velho Barney, antigo banqueiro de Britain, tem hoje uma taberna bem frequentada em Grimmer, onde conta muitas histórias sobre Britannia. Se isto não for uma piada vai ser bom rever o velho Barney! Deveria perguntar mas tenho medo deste Elzimer. Tenham sempre medo de alguém que com um estalar de dedos pode transformar você em um pequeno porquinho!
Mas vamos voltando... Onde eu estava? Ó Céus... estas dispersões estão frequentes. Acho que devo tentar me colocar um pouco mais no relato.
Então voltando. A história toda do mundo vocês conhecem... então vamos pular um bocadinho e colocar a parte onde entra Erick.
Após derrotar Thanos ele realmente abriu mão do poder de Grande Mestre (GM) obtido, ganhando o Kit branco, que são armaduras e alabardas brancas que teriam, quando juntas em todas as peças, o poder de destruir exércitos inteiros. Talvez este kit nos tivesse salvo e salvo Britannia, mas parece que o Elmo foi realmente perdido. Ainda assim pude ver com meus próprios olhos diversas vezes nas batalhas de Britain, Ilha AW e Wind a armadura e a alabarda. Realmente são... mágicos! Não há palavras possíveis para descrevê-los. Durante a noite é impossível não ver Erick. O brilho branco das peças é quase cegante se visto de perto. Produz luz à volta dele!

Depois da perda do Elmo do Kit, Erick teve medo de que o poder caísse em mãos erradas e, segundo conta a lenda, deu cada peça à um dragão. Talvez tenha sido um erro de interpretação! Na verdade as peças estavam o tempo todo na Ilha AW, Ilha da equipe que protege e defende o mito dos Wyverns Anciões, estando apenas uma peça com Erick e uma segunda peça que não sabemos ao certo com quem estava, mas que chegou até Erick também.
A armadura e a alabarda form úteis na batalha... mas sem todas as peças parece que a armadura não tem o seu poder de destruir exércitos afinal.
Mas mais um vez estou eu pulando algumas coisas...
Depois dos Shutti mais pessoas perceberam que as estações do ano congelaram e as noites ficaram mais claras um pouco.
Tivemos uma invasão em Vesper onde Vesper foi perdida. Parece irônico mas quem se lembra das lendas que nossas mães contavam na fogueira quando éramos crianças deve lembrar da primeira batalha... o inicio do que foi chamado como "Guerra dos Deuses". Tudo começou com uma embarcação atracando em Vesper com gente desesperada e muitos corpos. No final há um pouco de ironia nisto tudo.
As cidades foram sendo tomadas de uma em uma mas a verdade é que o povo não se uniu. Isto só foi acontecer quando, após a tomada da Vila Élfica, StoneKeeps e do Lar do Povo Centauro, estes três povos se mudaram para Britain àfim de resistir lá. Ah sim! Fui convidado para conhecer o QG dos Elfos em Britain. Alojamentos rudimentares para um Elfo, mas com certeza uma obra muito boa em um momento de crise como o que se passava.
E lembro-me muito bem com orgulho a imagem dos estandartes destes povos que se aliaram à Britain... todos pendurados no banco de nossa cidade.
Os ataques à Britain começaram à ficar muito mais intensos, depois que todas as cidades quase haviam sucumbido já, inclusive Cove que era considerada extremamente segura.

Depois de um tempo Wind também foi invadida com toda a força disponível e os Elfos-Negros, expulsos, também encontraram refúgio perto de Britain, até que foram convidados pelo próprio British à ficarem em Britain e ajudar na resistência.
Mas quando muito precisávamos British sumiu! Dizem que foi desempenhar seu papel nas lendas de Grimmer. Há relatos correndo de que British aqui é um herói que ajudou à livrar Grimmer das mesmas ondas de caos que assolaram Britannia.
Neste ponto percebi que esqueci de comentar um detalhes que ainda me parece confuso!
Erick informou que os ataques foram liderados por Blackthorn, antigo amigo de British e líder espiritual de Britannia, e por um tal Senhor Negro de Grimmer.

Mas em Grimmer British venceu e em Britannia eles perderam o controle do ataque para forças superiores até mesmo aos GMs. Deve ser uma confusão celestial literalmente falando. Elzimer foi até Grimmer e Blackthorn concordou em cooperar e foram ambos e mais Dupre, ao que parece o maior estrategista de Guerra de Grimmer, falar com o Senhor Negro. Mas ele não concordou em cooperar e Blackthorn acabou voltando atrás.

Mas onde eu estava? (Juro que é a ultima vez que pergunto isso).
Ah sim!
British sumiu e o controle da cidade ficou com Elzimer. isso tudo até aprecerem Erick, o lendário, e Lord Willian. Parece que enquanto British tinha um papel em Grimmer Erick tinha seu papel em Britannia, com seu antigo povo. Com o mais alto Rei de volta agente ficou confuso, mas voltamos à ter esperanças, que iam aos poucos minguando.
À essa altura os Elfos-Negros estavam criando algumas confusões e Erick, após uma reunião com os Reis das Raças, resolveu colocar os Elfos-Negros de volta em Wind. Disse que era melhor que eles ficassem lá protegendo Wind e nós realmente não entendemos quando ele disse que queria que todos ajudassem os orelhas pontudas de pele negra.
Enquanto todos foram ajudar na retomada de Wind, Erick partiu com um pequeno grupo para uma missão secreta e voltou sem dizer uma palavra sequer sobre a tal missão.
Hoje já corre livremente entre todos que ele foi com os Reis Elfo e Anão, além de mais dois de cada Raça que fossem de total confiança, até a Ilha AW resgatar as peças da armadura.

No meio dessa confusão toda acharam uma urna mísitica. Aquelas que os Vigias usam para guardar os livros que contam a história de cada era. Segundo Elzimer e qualquer um que tenha um pouquinho mais que vento na cabeça, isto indicava que estávamos no limiar de uma nova era. No final ninguém sabe da urna. Alguns dizem que foi perdida... Mas eu acredito que o Vigia deve ter pêgo ela com Elzimer... Eu ainda tenho medo dele... Odiaria comer lavagem o resto da minha vida e roncar como um porco! Ou pior, ser apertado sem parar por aquela Elfa muito jovem que nos ajudou com alimentos na ilha... Loryn, Loryen ou alguma coisa do tipo.
Bom... a coisa foi ficando tensa... até que num belo dia todo mundo dormiu bem e acordou com aqueles malditos sinos de Britain no ouvido, tocando sem parar. Gritos e mais gritos além de sons de batalha...
Não sou bom com armas... então tudo que pûde fazer foi ficar escondido dentro da Taverna assistindo tudo pela janela.

A cena não era boa e o combate durou pouco mais de 16h, quando já muitos recuados (e eu longe da Taverna) os defensores resolveram se refugiar no castelo. Dizem que todas as saídas de Britain estavam fechadas por Orcs. Malditos seres! Eram cerca de 90 defensores mais toda a ajuda vinda de Grimmer, oferecida pelos Reis das Raças de lá (ou daqui... ainda é confuso estaar em um novo mundo), que foi trazida por Elzimer par Britannia.
Com todos trancados no castelo e a cidade tomada de Orcs (dizem que o novo banqueiro de Britain, após a saída de Barney, foi morto... malditos Orcs. Era um homem rude mas de bom coração) Elzimer e Erick resolveram levar todos para a Ilha AW que diziam ser segura.

Houve muito desconforto mas a ilha era realmente um lugar formidável!
Erick explicou um bocado de tudo isso que estou escrevendo agora, para todos que quisessem ouvir. Darksun, um dos GMs, também apareceu lá e deu informes que a Ilha não seria tão segura e que Britain estava arrasada. Só restavam pessoas na Ilha e em Wind.

Darksun poderia ter sido um pouco menos frio! As pessoas entraram em um certo pânico quando ele disse que a Ilha não era exatamente segura... Mas enfim...
Erick designou grupos pra algumas tarefas. Uma Elfa jovem e um Elfo cuidaram de ceder comida à todos com uma pequena Horta. Impressionante o que eles podem fazer com as plantas. Um grupo cuidou de fazer roupas para os que tiveram as suas rasgadas... havia um grupo juntando lenha para a cerca da horta, que o próprio Erick construiu, e também para que outros fizessem arcos para os que deles necessitavam. Havia, por fim, um ultimo grupo trabalhando na mina e fazendo armas e armaduras para os que perderam as suas em combate...

O dia foi cansativo. Mas dormimos bem, à conselho de Elzimer. Durante a noite chegaram vários do povo Centauro, dispostos à ajudar em tudo na ilha, trazendo ainda alguns remanescentes de outras cidades.
Mas mal o sol nascia e já entrava Erick gritando que todos deviam se armar e que a ilha estava sendo invadida. Estava dormindo bem na igreja da Ilha e fui acordado assim. Malditos Orcs mais uma vez! Só por interromper meu sono corri atrás de uma arma... iria matar muitos Orcs... mas desisti quando vi o primeiro na minha frente. Lembrei o quanto desprezíveis e assustadoras são estas criaturas e fiquei escondido durante toda a batalha no fundo da igreja.

O próprio Erick foi quem veio me buscar quando todos estavam indo para o templo à frente, após horas de batalha. as coisas se acalmaram... à custo de muitos feridos e muitos centauros mortos... mas conseguimos deter a invasão... Mas pelo que estaria por vir acho que nem Erick e Elzimer esperavam... Elzimer deu no pé quando apareceu um Balrog. Aquela criatura é poderosíssima... devo dizer que morreria só de medo de encarar uma criatura daquelas. Erick mandou todos fugirem e ficou atraindo a atenção da criatura. Neste ponto o vigia apareceu!
Na hora acho que poucos derm atenção... mas lembrei na hora do quadro que certa vez vi exposto no castelo de British. Era o vigia só que muito maior, enfrentando um Balrog em uma ilha. Um dos guardas me disse que um antigo visionário havia pintado aquele quadro mas que o Vigia não podia quebrar sua promessa de não interferir em nada, mesmo que o mundo acabasse... E que, por isso, aquele quadro teria sido uma falsa visão...
O Vigia ficou bem maior... seu corpo cresceu muito... e foi no mínimo assustador ver ele e o pobre Balrog trocando golpes. Após a derrota do Balrog, vigia mandou que levassem todos para Wind, que aquela terra estava condenada e que Erick e Elzimer saberiam o que fazer.

Assim fomos todos para Wind... que estava invadida em boa parte e com as saídas bloqueadas.
Lá tudo me pareceu confuso... aquela cidade é confusa e assustadora... cheia de símbolos místicos... não via a hora de aparecer algum demônio ou coisa do tipo ali... e realmente aconteceu! Erick falava sobre que Elzimer havia contactado o corpo de GMs para levar até eles um pedido com urgência e que esperavam uma resposta dos mesmos...

Nisso, derrepente, alguém começa à gritar. Corri para olhar e era um Balrog! Mais um ou talvez o mesmo!
Erick e Elzimer mandaram que todos recuassem e partiram juntos para atacar o monstro. Saiam faíscas toda vez que a alabarda tocava na criatura... O monstro já cambaleava quando conseguiu desferir um violento golpe em Erick. Elzimer terminou de derrotar o monstro. Erick pegou seu cavalo Tempestade e correu para o curandeiro. O pequeno Elfo-Negro não quis o atender. Deveria ser Thanoíta o maldito!

Darksun reapareceu avisando que os GMs iriam ajudar. Elzimer implorou para que ele levasse Erick para Grimmer antes. Após alguns minutos de muitas tentativas de persuadi-lo à ir para Grimmer para ver os ferimentos, Erick acabou por desmaiar, sendo levado às pressas por Darksun.
Darksun voltou e apenas disse um 'Venha comigo' levando Elzimer junto com ele, enquanto o mago protestava que haviam três e não dois... Então não foi à toa que tive medo quando um terceiro Balrog apareceu.
Lembro daquele homem tentando prender o Balrog em um pequeno casulo e mais três homens tentando atingir a criatura com golpes, enquanto o povo fugia, quando Darksun reapareceu e ele mesmo foi lutar com o Balrog. Logo depois aparreceram Magnus e um terceiro GM, que fui à escobrir que era o GM chamado como 'Mad Hunter', que parece-me, segundo relatos, que tinha um significado especial na antiga lingua popular, que alguns ainda falam em Britannia mas que eu não tenho um mínimo conhecimento.
Depois de derrotarem o Balrog eles falaram coisas sobre Britannia estar condenada por hora e que a salvação de Britannia era possível por eles, mas não permitida, já que o conflito que ali se instalara provinha de uma força maior que eles mesmos. Explicaram que haviam Deuses que criaram eles como seus 'Construtores de mundos' e explicou toda a idéia dos mundos e desta triplice que expliquei no início deste documento.
Depois disso explicaram que não fomos trazidos pra Wind à toa. Que Wind era o elo de ligação entre os três mundos e que existiam Winds, exatamente iguais, em todos os mundos desta tríplice.

Isso chega à ser assustador um vez que Wind é uma cidade Anã abandonada, e parece que a mesma história se repete em Grimmer, onde Wind, que é também chamada por um outro nome que no momento não me recordo, também fora construída pelos Anões mas pedida em um batalha.
Mas pelo menos isto explica muita coisa como, por exemplo, porque mesmo à contragosto da maioria da população, Erick fez questão que Wind fosse retomada.
Aliás estamos aqui há três dias se meu senso de tempo não é falho, uma vez que esta cidade é sempre escura. Parece-me, inclusive, que haviam criaturas aqui mas que os próprios Deuses às retiraram enquanto não podemos passar pela tal de adaptação ao novo mundo.
Pra ser sincero no começo a idéia de ir para Grimmer me parecia fantástica... mas começo à ter saudades de Britannia. Entrar em um novo mundo onde se conhece muito pouco é no mínimo assustador.
Elzimer toda noite reune todos e fala coisas sobre Grimmer e conta muitas histórias.
Diz que todos já sabem que estamos em Grimmer e que estão curiosos para saber de nós, tanto quanto nós sobre eles. Os Centauros parece que já arrumaram seu espaço mas assustaram as crianças... não havia centauros nesta terra! Dizem que as mães falam às suas crianças que os Centauros aparecem de noite nos quartos das mesmas e pegam as que não estão dormindo para levar até sua vila... lembro quando minha mãe me contava que eu seria pego por uma coisa do pântano se não dormisse cedo...
Parece que Erick chefia um grupo de Cavaleiros do qual Lord Willian faz parte, os Cavaleiros Brancos, entre os quais estavam a falecida esposa de Erick, Elenora. Ela morreu em combate em um forte e o forte ganhou seu nome. Dizem que Erick sempre vai depositar flores em seu túmulo quando passa por situações de batalha. Aliás Elzimer disse que ele ainda não foi porque está em recuperação em um tal de monastério, onde vivem alguns Monges. O conceito de Monastério e Monges me pareceu confuso quando Elzimer tentou explicar, mas parece ser um lugar tranquilo e de paz... talvez seja um bom lugar quando eu for escrever meu livro sobre Britannia.
Agora uma coisa me chamou atenção na ultima noite quando Elzimer contou mais sobre Grimmer. Existem uns tais de Parallax nesta terra. Joxer saiu espalhando que eles roubam cavalos para fazer mortadela e que fazem desaparecer o cabelo de todos. É realmente um bobo-alegre que acaba divertindo todos nós quando estamos já cansados desta caverna, embora digam que ele enfrentou com determinação s tropas Orcs durante a invasão. As pessoas sempre comentam isto e ele fica todo contente dizendo que salvou algumas vidas.
Mas, voltando aos Parallaxes, parecem criaturas interessantes. São extremamente pálidos e magros, de uma palidez impossível para qualquer pele humana ou mesmo élfica. Possuem cabelos prateados mas a maioria simplesmente não deixa seus cabelos crescerem. Tem um gosto extremo por se vestirem com roupas de cores extravagantes e são capazes de gastar fortunas por uma pequena capa de cor forte e bem incomum.
Segundo Elzimer são criaturas geradas por um antigo mago, o maior de Grimmer, muito maior que o próprio Elzimer. Seu nome era Mestel e dizem que ele tinha poderes que se equiparavam até mesmo aos dos GMs. Mas Mestel ficou muito velho e achou que era hora de partir para um local isolado, longe de preocupações. Seu paradeiro é desconhecido, ou se ainda está vivo ou é morto. Parece que nem os GMs conseguem localizá-lo se não quiser ser localizado. Mas ele deu liberdade à estas criaturas. Por serem criaturas de magia os Parallax possuem facilidades extremas com artefatos mágicos e magias diversas, podendo fazer pequenos truques desde com Magias normais, até mesmo chegando à usar truques de Necromancia ou manipulação de elementos como nossos Druídas. O detalhe, segundo Elzimer, é que só podem fazer pequenos truques e, caso se dediquem à magia, devem escolher apenas um caminho à seguir, podendo fazer apenas pequenos truques dos demais. Quando não se dedicam à nenhum caminho de magia, ainda assim são fascinados pela mesma. Elzimer conseguiu pegar um destes que era um pequeno ladrão apenas usando algumas magias visuais, que acabaram por atraí-lo fazendo quase se esquecer do roubo que havia cometido à uma senhora na feira de Khul.
Mas Elzimer diz que não são criaturas más e pouco se importam com a guerra dos Homens. Mesmo os que roubam não pretendem ter riquezas e costumam roubar apenas artefatos mágicos ou de cores extravagantes ou raras. Parece um conceito complicado... creio que deva conseguir juntar tudo isso em um corpo apenas quando ver estas criaturas mesmo... mas talvez minha fobia por magia me torne um pouco não receptivo à eles.
Ah sim! Elzimer disse que Barney está querendo ver todos e planeja estar em sua taberna quando forem visitá-lo.
Hum... os Elfos-Negros estão vindo de seu lado de Wind para cá... isso quer dizer que Elzimer deve nos contar mais um pouco sobre Grimmer agora. Ah sim! As confusões estavam acontecendo entre os orelhas pontudas brancos e os orelhas pontudas negros... então resolvemos dividir Wind em três partes... Nós estamos agora com a parte de Wind que fica no meio, entre as partes dos orelhas pontudas.
Algumas vezes após Elzimer falar há alguma discussão entre eles e às vezes há discussões sobre os horários nos templos para as orações dos que seguem Thanos e os que seguem Joshua. Eu realmente não entendo tal devoção... nunca entendi e entendo menos ainda agora que foi dito que não são deuses... mas no final das contas, cada um com suas crenças.
Estes malditos Elfos-Negros riem de mim enquanto escrevo, isolado dos demais... malditos... não consigo entender como Wind que é um elo de ligação entre os mundos poderia estar na mão destas criaturas... realmente surpreendeu à todos isto. O lugar mais improvável acaba, no final, sendo o mais certo... Deixe-me ir antes que tenha que levantar a mão contra algum deles.
Ah sim! Em Wind um Orc veio para cima de nós... sem ter para onde fugir me joguei no chão e levantei a espada contra o mesmo. O maldito tento pular em cima de mim e acabou com a espada atravessando suas costelas... Acho que estou mais forte agora! Talvez eu tenha vocação para a coisa... sim SIM! Já me imagino! Posso até mesmo entrar para os Cavaleiros Brancos! Joxer está aqui do meu lado agora lendo e dizendo que ele pode também e que vai entrar, afinal ele é Joxer, o temível e pulando como um louco.
Bem... Hora de fechar o livro e ouvir o que Elzimer tem à nos dizer agora. Acho inclusive que está de bom tamanho! O resto quem quiser saber procure no meu livro em uns 2 anos. Vou estar neste tal monastério escrevendo sobre ele.

Borban, o Bardo

OS RELATOS DE BORBAN


Carta de Borban, o Bardo, escrita durante o refúgio na Wind de Grimmer, após o abandono de Britannia:


Pretendo tornar este documento público já que a familia Shutti, que além do Vigia eram os únicos que haviam percebido à tempos os eventos, não estão mais entre nós. Desde que a Senhora Shutti percebeu que o tempo havia parado as coisas não foram fáceis. Foram desacreditados e chamados de loucos... E finalmente quando o caos já havia se instalado em Britannia as pessoas tentaram ir à sua casa mas só encontraram destruição, sangue e o diário da Senhora Shutti. A casa foi atacada pelas forças negras. Sim sim! Este Bardo teve o desprazer de ver o estado em que se encontrou a casa depois disso. Pobre familia Shutti! Deus sabe agora onde estão ou o que fizeram com eles.
O diário está em poder de British e talvez seja posto como uma reliquia. Mas oras... gostaria mesmo de poder vê-lo antes e incluir alguns trechos neste ofício. Dizem que a pobre Senhora Shutti enlouqueceu estudando o tempo após o mesmo ter parado... Enfim, onde estávamos mesmo?
Ah sim! resolvi tornar este documento público para que muitos daqueles que estão ainda um pouco confusos possam entender melhor tudo que se passou. Algumas coisas são fatos, outras são informações de terceiros, algumas confiáveis, outras não. Finalmente algumas coisas, principalmente as tocantes à Grimmer, são meras especulações...
É engraçado estar em Wind e pensar que estou em Grimmer. As pessoas estão amontoadas aqui mas Elzimer voltou para cuidar de todos.

Dizem que Erick ainda não está muito bem. O ferimento do Balrog foi um bocado sério e todos estamos torcendo para sua melhoria... ou talvez alguns de nós! Vi agora à pouco alguns Thanoítas conversando e desejando mal à ele. Pobre homem! Salvou alguns destes ingratos.
Mas ora bolas, não colocaremos a carruagem na frente dos cavalos! Vamos começar do começo... Isso. Assim fica mais fácil a compreensão.
Dizem que há uma tríplice de mundos chamada Tryldur. Nesta tríplice temos o mundo de Britannia, conhecida como Sosaria por alguns, Grimmer e Tragena.
O mundo de Britannia parece ter sido o primeiro criado entre eles e onde os Deuses cometeram alguns erros. Seu primeiro mundo afinal. Ah, me perdoem! Pelo que eles falaram quando nos tiraram de Britannia eles não são Deuses mas sim um conselho criado pelos Deuses para que eles contruíssem os mundos.
Depois foi criado Grimmer onde não cometeram mais os mesmos erros e por ultimo e ainda em construção está Tragena.
Nós não sabíamos de tudo isso e nem você! Por isso pode parecer confuso... mas o povo de Grimmer sabia da existência de outros mundos pelo que foi dito e Erick disse que Lord British era esperado no outro mundo, havendo lendas sobre tudo isso, inclusive sobre a chegada de uma pequena população de Britannia em Grimmer. Creio que nós éramos não só os primeiros, mas também os mais atrasados em cultura e ciências.
Pra ser sincero tenho minhas dúvidas se em Tragena sabem dos demais mundos. Pelo que entendi Carlos Magnus é um grande herói em Tragena sendo um dos grandes responsáveis pelos aliados das Raças terem vencido a primeira grande Guerra de Tragena. Ah sim! Me vieram informes sobre uma Escola de Magos em Britannia que ficava suspensa no mar. Alguns inclusive já haviam visto a mesma. Eu ainda lembro do Conselho Branco. Dizem que todos eles, exceto Marry, teriam ido também pra Tragena ajudar nas Guerras.
Isso começa à parecer um pouco confuso pra mim também... mas no final isso tudo é realmente bastante confuso. Talvez um choque para nossas pequenas cabeças. É como se alguém chegasse e disesse que o mundo é redondo e não como se fosse a superfície de uma mesa. Ele é a superfície de uma mesa para nós! Tanto que nunca passamos da turbulência... dizem que pouco depois dela termina o mundo. Terra redonda... de onde tirei isso? Um exemplo besta! Mas... onde eu estava mesmo?
Ah sim! então estávamos todos nós em Britannia, felizes acreditando que os que chamamos de GMs eram os Deuses supremos. Só os Elfos ancestrais acreditavam vêementemente na existência de uma tal de Galana. Oh sim! Chegando em Grimmer quero saber mais à respeito destes tais Deuses. Parece que os velhos Orelhas pontudas estavam mais próximos da verdade que nós!
Bom. Estou aqui prestando atenção em um rapaz que está tonto porque está vendo muitas cores. Um tal de Olaf. Parece que se acostumou à estar sem corpo e à ver tudo em Preto e Branco de forma que as cores lhe causam vertigem. Há realmente cada coisa esquisita nesta Britannia que acredito que os Deuses... Ops... GMs... cometeram realmente muitos erros. Mas estou ficando despersivo e não indo direto ao ponto! Elzimer acabou de dizer pra ele que o velho Barney, antigo banqueiro de Britain, tem hoje uma taberna bem frequentada em Grimmer, onde conta muitas histórias sobre Britannia. Se isto não for uma piada vai ser bom rever o velho Barney! Deveria perguntar mas tenho medo deste Elzimer. Tenham sempre medo de alguém que com um estalar de dedos pode transformar você em um pequeno porquinho!
Mas vamos voltando... Onde eu estava? Ó Céus... estas dispersões estão frequentes. Acho que devo tentar me colocar um pouco mais no relato.
Então voltando. A história toda do mundo vocês conhecem... então vamos pular um bocadinho e colocar a parte onde entra Erick.
Após derrotar Thanos ele realmente abriu mão do poder de Grande Mestre (GM) obtido, ganhando o Kit branco, que são armaduras e alabardas brancas que teriam, quando juntas em todas as peças, o poder de destruir exércitos inteiros. Talvez este kit nos tivesse salvo e salvo Britannia, mas parece que o Elmo foi realmente perdido. Ainda assim pude ver com meus próprios olhos diversas vezes nas batalhas de Britain, Ilha AW e Wind a armadura e a alabarda. Realmente são... mágicos! Não há palavras possíveis para descrevê-los. Durante a noite é impossível não ver Erick. O brilho branco das peças é quase cegante se visto de perto. Produz luz à volta dele!

Depois da perda do Elmo do Kit, Erick teve medo de que o poder caísse em mãos erradas e, segundo conta a lenda, deu cada peça à um dragão. Talvez tenha sido um erro de interpretação! Na verdade as peças estavam o tempo todo na Ilha AW, Ilha da equipe que protege e defende o mito dos Wyverns Anciões, estando apenas uma peça com Erick e uma segunda peça que não sabemos ao certo com quem estava, mas que chegou até Erick também.
A armadura e a alabarda form úteis na batalha... mas sem todas as peças parece que a armadura não tem o seu poder de destruir exércitos afinal.
Mas mais um vez estou eu pulando algumas coisas...
Depois dos Shutti mais pessoas perceberam que as estações do ano congelaram e as noites ficaram mais claras um pouco.
Tivemos uma invasão em Vesper onde Vesper foi perdida. Parece irônico mas quem se lembra das lendas que nossas mães contavam na fogueira quando éramos crianças deve lembrar da primeira batalha... o inicio do que foi chamado como "Guerra dos Deuses". Tudo começou com uma embarcação atracando em Vesper com gente desesperada e muitos corpos. No final há um pouco de ironia nisto tudo.
As cidades foram sendo tomadas de uma em uma mas a verdade é que o povo não se uniu. Isto só foi acontecer quando, após a tomada da Vila Élfica, StoneKeeps e do Lar do Povo Centauro, estes três povos se mudaram para Britain àfim de resistir lá. Ah sim! Fui convidado para conhecer o QG dos Elfos em Britain. Alojamentos rudimentares para um Elfo, mas com certeza uma obra muito boa em um momento de crise como o que se passava.
E lembro-me muito bem com orgulho a imagem dos estandartes destes povos que se aliaram à Britain... todos pendurados no banco de nossa cidade.
Os ataques à Britain começaram à ficar muito mais intensos, depois que todas as cidades quase haviam sucumbido já, inclusive Cove que era considerada extremamente segura.

Depois de um tempo Wind também foi invadida com toda a força disponível e os Elfos-Negros, expulsos, também encontraram refúgio perto de Britain, até que foram convidados pelo próprio British à ficarem em Britain e ajudar na resistência.
Mas quando muito precisávamos British sumiu! Dizem que foi desempenhar seu papel nas lendas de Grimmer. Há relatos correndo de que British aqui é um herói que ajudou à livrar Grimmer das mesmas ondas de caos que assolaram Britannia.
Neste ponto percebi que esqueci de comentar um detalhes que ainda me parece confuso!
Erick informou que os ataques foram liderados por Blackthorn, antigo amigo de British e líder espiritual de Britannia, e por um tal Senhor Negro de Grimmer.

Mas em Grimmer British venceu e em Britannia eles perderam o controle do ataque para forças superiores até mesmo aos GMs. Deve ser uma confusão celestial literalmente falando. Elzimer foi até Grimmer e Blackthorn concordou em cooperar e foram ambos e mais Dupre, ao que parece o maior estrategista de Guerra de Grimmer, falar com o Senhor Negro. Mas ele não concordou em cooperar e Blackthorn acabou voltando atrás.

Mas onde eu estava? (Juro que é a ultima vez que pergunto isso).
Ah sim!
British sumiu e o controle da cidade ficou com Elzimer. isso tudo até aprecerem Erick, o lendário, e Lord Willian. Parece que enquanto British tinha um papel em Grimmer Erick tinha seu papel em Britannia, com seu antigo povo. Com o mais alto Rei de volta agente ficou confuso, mas voltamos à ter esperanças, que iam aos poucos minguando.
À essa altura os Elfos-Negros estavam criando algumas confusões e Erick, após uma reunião com os Reis das Raças, resolveu colocar os Elfos-Negros de volta em Wind. Disse que era melhor que eles ficassem lá protegendo Wind e nós realmente não entendemos quando ele disse que queria que todos ajudassem os orelhas pontudas de pele negra.
Enquanto todos foram ajudar na retomada de Wind, Erick partiu com um pequeno grupo para uma missão secreta e voltou sem dizer uma palavra sequer sobre a tal missão.
Hoje já corre livremente entre todos que ele foi com os Reis Elfo e Anão, além de mais dois de cada Raça que fossem de total confiança, até a Ilha AW resgatar as peças da armadura.

No meio dessa confusão toda acharam uma urna mísitica. Aquelas que os Vigias usam para guardar os livros que contam a história de cada era. Segundo Elzimer e qualquer um que tenha um pouquinho mais que vento na cabeça, isto indicava que estávamos no limiar de uma nova era. No final ninguém sabe da urna. Alguns dizem que foi perdida... Mas eu acredito que o Vigia deve ter pêgo ela com Elzimer... Eu ainda tenho medo dele... Odiaria comer lavagem o resto da minha vida e roncar como um porco! Ou pior, ser apertado sem parar por aquela Elfa muito jovem que nos ajudou com alimentos na ilha... Loryn, Loryen ou alguma coisa do tipo.
Bom... a coisa foi ficando tensa... até que num belo dia todo mundo dormiu bem e acordou com aqueles malditos sinos de Britain no ouvido, tocando sem parar. Gritos e mais gritos além de sons de batalha...
Não sou bom com armas... então tudo que pûde fazer foi ficar escondido dentro da Taverna assistindo tudo pela janela.

A cena não era boa e o combate durou pouco mais de 16h, quando já muitos recuados (e eu longe da Taverna) os defensores resolveram se refugiar no castelo. Dizem que todas as saídas de Britain estavam fechadas por Orcs. Malditos seres! Eram cerca de 90 defensores mais toda a ajuda vinda de Grimmer, oferecida pelos Reis das Raças de lá (ou daqui... ainda é confuso estaar em um novo mundo), que foi trazida por Elzimer par Britannia.
Com todos trancados no castelo e a cidade tomada de Orcs (dizem que o novo banqueiro de Britain, após a saída de Barney, foi morto... malditos Orcs. Era um homem rude mas de bom coração) Elzimer e Erick resolveram levar todos para a Ilha AW que diziam ser segura.

Houve muito desconforto mas a ilha era realmente um lugar formidável!
Erick explicou um bocado de tudo isso que estou escrevendo agora, para todos que quisessem ouvir. Darksun, um dos GMs, também apareceu lá e deu informes que a Ilha não seria tão segura e que Britain estava arrasada. Só restavam pessoas na Ilha e em Wind.

Darksun poderia ter sido um pouco menos frio! As pessoas entraram em um certo pânico quando ele disse que a Ilha não era exatamente segura... Mas enfim...
Erick designou grupos pra algumas tarefas. Uma Elfa jovem e um Elfo cuidaram de ceder comida à todos com uma pequena Horta. Impressionante o que eles podem fazer com as plantas. Um grupo cuidou de fazer roupas para os que tiveram as suas rasgadas... havia um grupo juntando lenha para a cerca da horta, que o próprio Erick construiu, e também para que outros fizessem arcos para os que deles necessitavam. Havia, por fim, um ultimo grupo trabalhando na mina e fazendo armas e armaduras para os que perderam as suas em combate...

O dia foi cansativo. Mas dormimos bem, à conselho de Elzimer. Durante a noite chegaram vários do povo Centauro, dispostos à ajudar em tudo na ilha, trazendo ainda alguns remanescentes de outras cidades.
Mas mal o sol nascia e já entrava Erick gritando que todos deviam se armar e que a ilha estava sendo invadida. Estava dormindo bem na igreja da Ilha e fui acordado assim. Malditos Orcs mais uma vez! Só por interromper meu sono corri atrás de uma arma... iria matar muitos Orcs... mas desisti quando vi o primeiro na minha frente. Lembrei o quanto desprezíveis e assustadoras são estas criaturas e fiquei escondido durante toda a batalha no fundo da igreja.

O próprio Erick foi quem veio me buscar quando todos estavam indo para o templo à frente, após horas de batalha. as coisas se acalmaram... à custo de muitos feridos e muitos centauros mortos... mas conseguimos deter a invasão... Mas pelo que estaria por vir acho que nem Erick e Elzimer esperavam... Elzimer deu no pé quando apareceu um Balrog. Aquela criatura é poderosíssima... devo dizer que morreria só de medo de encarar uma criatura daquelas. Erick mandou todos fugirem e ficou atraindo a atenção da criatura. Neste ponto o vigia apareceu!
Na hora acho que poucos derm atenção... mas lembrei na hora do quadro que certa vez vi exposto no castelo de British. Era o vigia só que muito maior, enfrentando um Balrog em uma ilha. Um dos guardas me disse que um antigo visionário havia pintado aquele quadro mas que o Vigia não podia quebrar sua promessa de não interferir em nada, mesmo que o mundo acabasse... E que, por isso, aquele quadro teria sido uma falsa visão...
O Vigia ficou bem maior... seu corpo cresceu muito... e foi no mínimo assustador ver ele e o pobre Balrog trocando golpes. Após a derrota do Balrog, vigia mandou que levassem todos para Wind, que aquela terra estava condenada e que Erick e Elzimer saberiam o que fazer.

Assim fomos todos para Wind... que estava invadida em boa parte e com as saídas bloqueadas.
Lá tudo me pareceu confuso... aquela cidade é confusa e assustadora... cheia de símbolos místicos... não via a hora de aparecer algum demônio ou coisa do tipo ali... e realmente aconteceu! Erick falava sobre que Elzimer havia contactado o corpo de GMs para levar até eles um pedido com urgência e que esperavam uma resposta dos mesmos...

Nisso, derrepente, alguém começa à gritar. Corri para olhar e era um Balrog! Mais um ou talvez o mesmo!
Erick e Elzimer mandaram que todos recuassem e partiram juntos para atacar o monstro. Saiam faíscas toda vez que a alabarda tocava na criatura... O monstro já cambaleava quando conseguiu desferir um violento golpe em Erick. Elzimer terminou de derrotar o monstro. Erick pegou seu cavalo Tempestade e correu para o curandeiro. O pequeno Elfo-Negro não quis o atender. Deveria ser Thanoíta o maldito!

Darksun reapareceu avisando que os GMs iriam ajudar. Elzimer implorou para que ele levasse Erick para Grimmer antes. Após alguns minutos de muitas tentativas de persuadi-lo à ir para Grimmer para ver os ferimentos, Erick acabou por desmaiar, sendo levado às pressas por Darksun.
Darksun voltou e apenas disse um 'Venha comigo' levando Elzimer junto com ele, enquanto o mago protestava que haviam três e não dois... Então não foi à toa que tive medo quando um terceiro Balrog apareceu.
Lembro daquele homem tentando prender o Balrog em um pequeno casulo e mais três homens tentando atingir a criatura com golpes, enquanto o povo fugia, quando Darksun reapareceu e ele mesmo foi lutar com o Balrog. Logo depois aparreceram Magnus e um terceiro GM, que fui à escobrir que era o GM chamado como 'Mad Hunter', que parece-me, segundo relatos, que tinha um significado especial na antiga lingua popular, que alguns ainda falam em Britannia mas que eu não tenho um mínimo conhecimento.
Depois de derrotarem o Balrog eles falaram coisas sobre Britannia estar condenada por hora e que a salvação de Britannia era possível por eles, mas não permitida, já que o conflito que ali se instalara provinha de uma força maior que eles mesmos. Explicaram que haviam Deuses que criaram eles como seus 'Construtores de mundos' e explicou toda a idéia dos mundos e desta triplice que expliquei no início deste documento.
Depois disso explicaram que não fomos trazidos pra Wind à toa. Que Wind era o elo de ligação entre os três mundos e que existiam Winds, exatamente iguais, em todos os mundos desta tríplice.

Isso chega à ser assustador um vez que Wind é uma cidade Anã abandonada, e parece que a mesma história se repete em Grimmer, onde Wind, que é também chamada por um outro nome que no momento não me recordo, também fora construída pelos Anões mas pedida em um batalha.
Mas pelo menos isto explica muita coisa como, por exemplo, porque mesmo à contragosto da maioria da população, Erick fez questão que Wind fosse retomada.
Aliás estamos aqui há três dias se meu senso de tempo não é falho, uma vez que esta cidade é sempre escura. Parece-me, inclusive, que haviam criaturas aqui mas que os próprios Deuses às retiraram enquanto não podemos passar pela tal de adaptação ao novo mundo.
Pra ser sincero no começo a idéia de ir para Grimmer me parecia fantástica... mas começo à ter saudades de Britannia. Entrar em um novo mundo onde se conhece muito pouco é no mínimo assustador.
Elzimer toda noite reune todos e fala coisas sobre Grimmer e conta muitas histórias.
Diz que todos já sabem que estamos em Grimmer e que estão curiosos para saber de nós, tanto quanto nós sobre eles. Os Centauros parece que já arrumaram seu espaço mas assustaram as crianças... não havia centauros nesta terra! Dizem que as mães falam às suas crianças que os Centauros aparecem de noite nos quartos das mesmas e pegam as que não estão dormindo para levar até sua vila... lembro quando minha mãe me contava que eu seria pego por uma coisa do pântano se não dormisse cedo...
Parece que Erick chefia um grupo de Cavaleiros do qual Lord Willian faz parte, os Cavaleiros Brancos, entre os quais estavam a falecida esposa de Erick, Elenora. Ela morreu em combate em um forte e o forte ganhou seu nome. Dizem que Erick sempre vai depositar flores em seu túmulo quando passa por situações de batalha. Aliás Elzimer disse que ele ainda não foi porque está em recuperação em um tal de monastério, onde vivem alguns Monges. O conceito de Monastério e Monges me pareceu confuso quando Elzimer tentou explicar, mas parece ser um lugar tranquilo e de paz... talvez seja um bom lugar quando eu for escrever meu livro sobre Britannia.
Agora uma coisa me chamou atenção na ultima noite quando Elzimer contou mais sobre Grimmer. Existem uns tais de Parallax nesta terra. Joxer saiu espalhando que eles roubam cavalos para fazer mortadela e que fazem desaparecer o cabelo de todos. É realmente um bobo-alegre que acaba divertindo todos nós quando estamos já cansados desta caverna, embora digam que ele enfrentou com determinação s tropas Orcs durante a invasão. As pessoas sempre comentam isto e ele fica todo contente dizendo que salvou algumas vidas.
Mas, voltando aos Parallaxes, parecem criaturas interessantes. São extremamente pálidos e magros, de uma palidez impossível para qualquer pele humana ou mesmo élfica. Possuem cabelos prateados mas a maioria simplesmente não deixa seus cabelos crescerem. Tem um gosto extremo por se vestirem com roupas de cores extravagantes e são capazes de gastar fortunas por uma pequena capa de cor forte e bem incomum.
Segundo Elzimer são criaturas geradas por um antigo mago, o maior de Grimmer, muito maior que o próprio Elzimer. Seu nome era Mestel e dizem que ele tinha poderes que se equiparavam até mesmo aos dos GMs. Mas Mestel ficou muito velho e achou que era hora de partir para um local isolado, longe de preocupações. Seu paradeiro é desconhecido, ou se ainda está vivo ou é morto. Parece que nem os GMs conseguem localizá-lo se não quiser ser localizado. Mas ele deu liberdade à estas criaturas. Por serem criaturas de magia os Parallax possuem facilidades extremas com artefatos mágicos e magias diversas, podendo fazer pequenos truques desde com Magias normais, até mesmo chegando à usar truques de Necromancia ou manipulação de elementos como nossos Druídas. O detalhe, segundo Elzimer, é que só podem fazer pequenos truques e, caso se dediquem à magia, devem escolher apenas um caminho à seguir, podendo fazer apenas pequenos truques dos demais. Quando não se dedicam à nenhum caminho de magia, ainda assim são fascinados pela mesma. Elzimer conseguiu pegar um destes que era um pequeno ladrão apenas usando algumas magias visuais, que acabaram por atraí-lo fazendo quase se esquecer do roubo que havia cometido à uma senhora na feira de Khul.
Mas Elzimer diz que não são criaturas más e pouco se importam com a guerra dos Homens. Mesmo os que roubam não pretendem ter riquezas e costumam roubar apenas artefatos mágicos ou de cores extravagantes ou raras. Parece um conceito complicado... creio que deva conseguir juntar tudo isso em um corpo apenas quando ver estas criaturas mesmo... mas talvez minha fobia por magia me torne um pouco não receptivo à eles.
Ah sim! Elzimer disse que Barney está querendo ver todos e planeja estar em sua taberna quando forem visitá-lo.
Hum... os Elfos-Negros estão vindo de seu lado de Wind para cá... isso quer dizer que Elzimer deve nos contar mais um pouco sobre Grimmer agora. Ah sim! As confusões estavam acontecendo entre os orelhas pontudas brancos e os orelhas pontudas negros... então resolvemos dividir Wind em três partes... Nós estamos agora com a parte de Wind que fica no meio, entre as partes dos orelhas pontudas.
Algumas vezes após Elzimer falar há alguma discussão entre eles e às vezes há discussões sobre os horários nos templos para as orações dos que seguem Thanos e os que seguem Joshua. Eu realmente não entendo tal devoção... nunca entendi e entendo menos ainda agora que foi dito que não são deuses... mas no final das contas, cada um com suas crenças.
Estes malditos Elfos-Negros riem de mim enquanto escrevo, isolado dos demais... malditos... não consigo entender como Wind que é um elo de ligação entre os mundos poderia estar na mão destas criaturas... realmente surpreendeu à todos isto. O lugar mais improvável acaba, no final, sendo o mais certo... Deixe-me ir antes que tenha que levantar a mão contra algum deles.
Ah sim! Em Wind um Orc veio para cima de nós... sem ter para onde fugir me joguei no chão e levantei a espada contra o mesmo. O maldito tento pular em cima de mim e acabou com a espada atravessando suas costelas... Acho que estou mais forte agora! Talvez eu tenha vocação para a coisa... sim SIM! Já me imagino! Posso até mesmo entrar para os Cavaleiros Brancos! Joxer está aqui do meu lado agora lendo e dizendo que ele pode também e que vai entrar, afinal ele é Joxer, o temível e pulando como um louco.
Bem... Hora de fechar o livro e ouvir o que Elzimer tem à nos dizer agora. Acho inclusive que está de bom tamanho! O resto quem quiser saber procure no meu livro em uns 2 anos. Vou estar neste tal monastério escrevendo sobre ele.

Borban, o Bardo

Linton Earnshaw

E esta é a história de um bravo homem que já viu muito em sua vida em Britannia.

Linton Earnshaw nasceu em Vesper em uma hospedaria a sudoeste do banco. Filho de pai lenhador e mãe falecida devido a dificuldades no parto, Linton sempre gostou muito de sair com seu pai Gustav Earnshaw para aventuras pelas tenebrosas florestas do norte de Britain aonde corriam lendas sobre homens com a pele escura como a noite e orelhas pontudas como a ponta de uma lança.

Como filho de lenhador não demorou muito para que Linton tomasse seu lugar ao lado do pai no trabalho com a madeira e aos 14 anos já era um excelente auxiliar do pai.

Infelizmente a vida para Linton não foi tão boa quanto poderia, aos 16 anos estava em uma viagem para conhecer a bela cidade de Trinsic junto de seu pai quando sofreu uma emboscada de um grupo de homens lagarto. Gustav conseguiu escapar dando uma machadada no inimigo a sua esquerda mas quando viu que seu filho estava cercado teve de voltar e em um ato heróico começou a lutar sozinho contra 5 homens-lagarto. Linton correu e como estavam ainda perto de Britain achou alguns guerreiros que voltaram para o local aonde seu pai estava e o ajudaram a vencer a batalha mas devido a pequena demora Gustav se feriu gravemente na sua perna direita. Nunca mais conseguiria andar novamente sem ajuda de muletas.

Aos 17 anos, após muitos meses de recuperação Gustav achou que já estava na hora de levar seu filho para seus antigos companheiros de batalha e assim o fez. Ficava ao noroeste de Britain, era uma casinha de tijolos em um ponto de difícil acesso aonde os maiores guerreiros que Britannia já viu moravam. Russel Hardfall e Valek Valkeston (um jovem de pouco mais de 35 anos na época) chegaram muito animados pois a mais de 20 anos não viam Gustav (que vinha mancando lentamente) e viram que dessa vez tinha um rapaz a seu lado.

Aquela noite foi marcada por uma grande festa em homenagem a seu velho amigo em que deusas elficas foram invocadas com canções antigas e elfos negros insultados com danças blasfêmias. Estavam todos muito alegres por aquela reunião mas infelizmente teriam sua alegria quebrada. Já era fim de noite quando os orcs, provavelmente por estarem cansados de toda aquela baderna e barulho, atacaram o grupo. Foi uma batalha injusta pois de um lado estavam monstros armados e preparados, do outro eram apenas alguns bêbados praticamente desacordados...

O dia seguinte de nada serviu se não para contar as baixas que pela sorte e habilidade daqueles homens não foi tão grande mas tiveram seu velho amigo morto devido ao veneno de uma flecha orc, ao ferimento de sua perna que tendia a não cicatrizar direito e a idade... quase 50 anos. Em um grito de tristeza rasgaram suas vestes e juraram cuidar de Linton, o primogênito de Gustav.

10 anos se passaram e lá estava ele, Linton, um grande homem que havia unido seu amor pelo trabalho com madeira com a vontade de aprender algum tipo de luta e virou um ótimo arqueiro treinado por alguns antigos amigos elfos de Valek. Russel havia morrido alguns anos antes, em uma emboscada violenta em que deu sua vida para salvar Kraigh, seu filho mais velho. Esse grupo era chamado de FIB.

Muitas aventuras (que não vem ao caso mais detalhes) foram vividas, muitos inimigos vencidos e tristezas enormes presenciadas mas um dia o grupo se separou, Kraigh foi viver junto de seus companheiros meio-orcs, Valek sumiu no mundo e Linton foi para Minoc que na época nada mais era se não uma pequena potencia em Britannia.

Chegando em Minoc encontrou um guerreiro com uma grande barba e um tanto quanto abatido com grandes olheiras e uma coloração amarelada chamado Thorn Striff. Após um pouco de conversa ele contou que estava indo para o porto de Vesper aonde pegaria um barco para uma ilha secreta dos antigos elfos e la procuraria a cura para uma doença que o estava a matar. Se despediu e seguiu viagem mas sempre lembrando do que Thorn havia dito “Procure Galardof e diga que me conhece, conte a sua história”. E assim o fez, foi nessa época que conheceu a Irmandade da Quimera e se tornou um grande produtor de arcos e bestas, fundou o Sindicado dos Lenhadores e se uniu a Imrahil em uma loja de venda de arcos.

Tudo corria bem, as vendas aumentavam e Linton já havia se tornado um grande comerciante quando um ataque a Britannia havia se iniciado, cidades foram tomadas em questão de dias e em pouco tempo Britain, Minoc e Trinsic seriam as ultimas cidades livres de gigantes do tamanho de 10 homens. E assim Linton decidiu voltar as origens, pegou seu arco preferido feito com madeira de Yew e foi para a guerra. Já não fazia mais parte da Irmandade da Quimera por disavenças com antigos membros FIB e por isso fez um trabalho “solo”.

Primeiro começou em Trinsic, a cidade aonde havia enterrado sua mãe. Chegou la tarde, todos os grandes guerreiros já haviam encontrado o chão e a defesa da cidade não durou muitos dias. Após uma fuga pelo mar voltou para Minoc aonde ficou a maior parte da guerra, lá se uniu a Nydiow e outros guerreiros que faziam a defesa de uma das mais importantes cidades do reino. Conseguiram manter bem o controle da cidade mas após alguns meses a defesa também caiu com um grande ataque de milhares de gigantes fazendo com que todos os sobreviventes Britanicos fugissem para a ultima cidade livre: Britain.

Foram meses de extremo stress, anões, elfos, elfos-negros, hobbits, guerreiros, magos, seres que Linton nem sabia que existiam ou pretendia conhecer todos reunidos em uma só cidade tendo de aceitar suas diferenças e conviver em união para poderem resistir aos ataques do Senhor Negro.

Infelizmente Britain caiu, seus defensores, guiados por Erick, fugiram para Wind aonde encontraram fuga para Grimmer (local ainda desconhecido de Linton) e assim conseguiram sobreviver.

Hoje Linton vive no Reino de Nova Britannia, voltou ao trabalho com arcos e bestas mas se mantem preparado para proteger seus amigos quando necessario.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

No More Night - David Phelps

The timeless theme, Earth and Heaven will pass away.
It's not a dream, God will make all things new that day.
Gone is the curse from which I stumbled and fell.
Evil is banished to eternal hell.

No more night. No more pain.
No more tears. Never crying again.
And praises to the great "I AM."
We will live in the light of the risen Lamb.

See all around, now the nations bow down to sing.
The only sound is the praises to Christ, our King.
Slowly the names from the book are read.
I know the King, so there's no need to dread.

No more night. No more pain.
No more tears. Never crying again.
And praises to the great "I AM."
We will live in the light of the risen Lamb.

See over there, there's a mansion, oh,
That's prepared just for me,
Where I will live with my savior eternally.

No more night. No more pain.
No more tears. Never crying again.
And praises to the great "I AM."
We will live in the light of the risen Lamb.

All praises to the great "I AM."
We're gonna live in the light of the risen Lamb

quinta-feira, 7 de abril de 2011

"Ele"

Gosto muito dessa homenagem que a Joyce fez pra mim...

Ele pode ser o rosto  Que não sai da minha  Memória Um traço de prazer  Ou arrependimento Pode ser o tesouro ou O preço que tenho que pagar Ele pode ser a canção  Em meio ao silêncio  De minha alma Pode ser o arrepio que o outono traz Pode ser as centenas de coisas diferentes Que acontecem em um dia Ele pode ser o heroi ou o vilão Pode ser a fome ou a mesa farta Pode se transformar em céu ou inferno Ele é o espelho que reflete meus sonhos Um sorriso refletido em uma correnteza Ele que sempre parece feliz na multidão Ninguém pode vê-lo chorar. Ele pode ser o amor que vai durar Que me lembrarei até o dia que a morte chegar Ele pode ser a razão pela qual eu sobrevivo O porque de eu estar viva A pessoa com quem me preocuparei nos Anos dificeis Eu, levarei seu sorriso e suas lágrimas E farei deles minhas lembranças Por onde ele for, eu tambem estarei O sentido de minha vida é ele, ele, ele...

No good with faces

No good with faces
And I'm bad with names
Gave me directions
But it's all the same
I'm lost
I'm too tired to try
Street lamps are broken
Black the way I came
Who broke the moonlight
Watch it wax and wane
I'm lost
I'm too tired to try
Let's not get ahead of ourselves now
There's no need for rain
Its our own parade
Let's not be afraid of our reflections
Its not only you
You're looking at now
Road signs were stolen
Left here holding this flame
Who stole my patience
Who stole my way
I'm lost
I'm too tired to try
Let's not get ahead of ourselves now
There's no need for rain
Its our own parade
Let's not be afraid of our reflections
Its not only you
You're looking at now
Let's not get ahead of ourselves now
There's no need for rain
Its our own parade
Let's not be afraid of our reflections
Its not only you
You're looking at now
Who you looking at now
Who you looking at now
No good with faces
And I'm bad with names
Gave me directions
But it's all the same
I'm lost
I'm too tired to try